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#FicaEmCasa dia 0

O Coronavirus é uma bela %$@#!

Mas não há volta a dar. Bateu-nos à porta.

É inevitável para mim não começar a pensar nos benefícios desta situação. Como alguém dizia:

We don’t get to choose what happens to us—but we always get to choose how we react to it

Com o encerramento das escolas, uma das vantagens desta situação preocupante é que vou passar muito mais tempo com a minha filha de 9 anos. Não consigo esconder que estou satisfeito com isto.

Uma vez que já trabalho entre 80% a 90% do meu tempo a partir casa, vou passar a 100%, o que significa que terei que assegurar que a minha filha se mantém ocupada, para ser possível para ela aguentar este fase e para que eu consiga manter a minha atividade profissional dentro de níveis de concentração normais.

O nosso plano geral é:

As atividades diárias incluem estudar, ler, desenhar, brincar com Lego, jogar Scratch, jogos no tablet/computador, brincar com os brinquedos do natal ainda por abrir, Netflix.

Como aprendizagens extra, vamos aprender a usar a técnica Pomodoro para estudar, aplicar o método Marie Kondo para organizar o quarto dela e aprender a cozinhar coisas básicas (salada, arroz, bifes, ovos, sopa, …).

Com o judo e a ginástica aeróbica em pausa, para fazer exercício de forma isolada, sem contacto social, a minha filha vai andar de bicicleta enquanto eu corro, andar de skate no parqueamento do prédio, fazer exercícios de Pilates com a mãe (usando aulas no YouTube) e treino de força com peso corporal comigo.

O plano para amanhã está feito:

Hoje já começámos com a culinária, gressinos sem gluten e piza caseira, que para além de ensinar a receitas em si, deram para ensinar a converter polegadas para centímetros. Foi extremamente divertido o trabalho conjunto e a piza estava ótima.

No fim da tarde fomos dar uma volta de bicicleta, estivemos a treinar curvas apertadas e a subir/descer passeios.

Começou bem o dia zero!

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